Defronte A Vastidão
“A forma de como se sente a redução debilita a inútil dedução”
A matéria reduzida rapidamente acumula visões vazias. Grita, finge um estado onde detêm circos de utopias.
Cala! Mas não quer ouvir, finge uma falsa liberdade em seus dias.
Espera. Não presencia; a queda é inversa; a busca tardia que se irradia, alimenta a vontade da inumação, em sua desconfortável adequação nas saliências.
Livre na solidão e preso no desejado momento com a aproximação. Ainda é cedo! Espera sem paciência que o vento sopre a seu favor, trazendo através dos tempos o inigualável cheiro da boa ocasião. Mentiras e encenações… cria e executa gestos-gritos e suspiros – para o ato “pré-dor”. Razão de andanças e esperanças.
Espera, mas se cansa! Então brinca: fantasia vidas, cria mundos, pessoas e esquece da “própria vida”; sucumbe entre excessos e faltas, então, equilibra-se, para diante a vastidão, renunciar seus passos de “ser” e “estar”.
Perdido, confunde-se, pois deixa de sentir! Somente assiste e não entende, nem mais, nem menos…
Mas isso ou aquilo deve acontecer!
30/09/2009 às 02:11
Nem acredito que estou lendo tudo isso!!!!!!Puxa !!! que orgulho tenho de voçe!!!! e pensar que até outro dia era apenas um menino…Hoje crescido e tão sensivel!!!.continue assim ou para melhor estarei sempre lendo e criticando e adorando o que escreve.porque sei que sua escrita sai do seu coração,da sua transparência.Vá em frente!!!!! Te amo meu filho querido!!!.