Com o Coração diante da morte
Postado em textos em 05/10/2010 por marco a. cruzPostado em textos em 10/08/2010 por marco a. cruz
tictactictac,
o tempo é tão irreal olhando daqui, neste conforto, mas ainda quero parar isto…
tictactictactictac
À você
Postado em textos em 10/08/2010 por marco a. cruzVou fingir compreender, abrindo as cortinas todas as manhãs e olhar para você com o sorriso plastificado, que sempre gostou de receber.
Caminhar em sua direção com braços abertos, querendo a aproximação dos corpos, disfarçando a carência que sente por outras mãos.
À você entregarei minhas repugnâncias, para absolver este fingimento que alimenta a cada gesto jogado. Lentamente envelhecer as vontades e padecer neste leito voluptuoso até que acabem todos os disfarces.
Só assim, poderei despir-me por completo e entregar a alma àquela que me espera d’ outro lado do espelho.
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Postado em textos em 25/07/2010 por marco a. cruzdias de insuficientes medidas para se viver, dias de tristezas profundas, dias de alegrias instantâneas…um leve toque seu e a sutileza do amor direciona-me ao mais alto ponto da vida!
assim, vivo de sonhos e ilusões, quero não deixar de acreditar que a partida dos sentimentos pode ser adiada, de acordo com as mudanças dos bons ventos…sim, quero criar frases sem sentido, quero mostrar que não é preciso ter uma razão…apenas quero dizer o quanto estou feliz por você existir e estar aqui e agora.
quero sim, seguir de mãos dadas com a sorte, por estes caminhos que seu sorriso me indica…acordar pela madrugada e sentir sua respiração, ofegante em defesa de um mundo somente a ti coincidente.
admirável nova sensação! por favor, não me deixa esquecer a vida.
quero…ah, como eu quero! ter de ti apenas o suficiente para não temer a solidão que percorre estes vários vasos em meu coração
Lapidações
Postado em textos em 22/06/2010 por marco a. cruzAo o que me reveste
Postado em textos em 02/06/2010 por marco a. cruzA pele que goza, tambêm chora quando cria, Repele tristezas, finge em busca de alegrias… Aquece tanto quanto esfria! Apele, repele graciosa pele! A pele que sofre, tambêm busca autonômia, em sutis camadas… escamas que dissolvem a fragilidade, frágil pele com vida! Apele, repele graciosa camada, que ainda é vida viva!
Um instante!
Postado em textos em 01/06/2010 por marco a. cruz-O que não servir para os sentidos, será válido à experiência! Pois se os encantos não te comovem, que será da realidade!?
Existe prazer na organização dos desejos? Transtornos podem ser transferidos em textos, mas encontrar defeitos nos cegos desejos…Apontai-vos!
Um instante, um desejo distante e as palavras são adocicadas quando sussurradas por olhos carregados de paixão.
No breve momento, animaliza, hostiliza a ingratidão, mas na luz do dia, demonstra um inabalável contentamento…inverso aos versos do contente feito.
Talvez a maior vitória seja a menor distinção entre sabedoria e esquecimento!
O cásulo está próximo a seguinte mutação, ainda que a definição do tudo esteja inferior à existência do nada e ainda que esta alma siga com os olhos cheios de memórias lavradas, apesar das regras e formulas…há um bocado delas!