Posted in textos on 30/12/2014 by Marco A. Cruz

A maioria das vertentes culturais transformam o ser em algo próximo ao milho que alguém prepara para se transformar em pipoca. Algo duro e sem sabor em um produto macio mas ainda sem sabor.

Posted in textos on 30/12/2014 by Marco A. Cruz

Tudo acerca do universo humano é composto por uma essência filosófica. É possível que se todos se empenhassem na filosofia então a filantropia se tornasse legítima. Menos falsa que a crença em um ser supremo imposto por limitações.

Das Asas, a funcional existência

Posted in textos on 11/12/2014 by Marco A. Cruz

Tudo é praticável.

Seguindo uma ordem de acúmulos e vazões, por preservação afastando inutilidades sugestionáveis.

Ao sentir eclodir o incessante encontro com conjuntos de mecanismos autônomos na interdependência de cada peça.

Há o princípio do resgate das diferenças e divertidas possibilidades ao conceber as muitas ideias flutuantes.

E tudo que há em mim, de mim é transbordável.

impactos (in)significativos…

Não desejo a repetição. Pois dela ordenharia com benefícios apenas a alegria. Não aceito a obrigatoriedade, Isto me desagrada.

Alimento um egoísmo ainda moldado em comportamentos ainda modestos, ainda indigestos.

Quero das minhas asas, a funcional existência. Quero os impactos estrondosos dos contrapontos e não mais o  oco encontro dos desejos.

Que neste cativeiro a Vontade torne-se a liberdade das portas abertas.

Desdentado à vida

Posted in textos on 24/06/2012 by Marco A. Cruz

Vou me distraindo na vida feito criança pobre que se encanta em construir impérios dentro dos escombros. Criança que  na dor do improviso é labareda que desconstroe a argila.

Acolá um sorriso desdentado à vida é moeda corrente!

Posted in textos on 22/06/2011 by Marco A. Cruz

Desconstruindo minha edificações,
Refazendo planos e revisando sentimentos.
Garimpando pedras opacas para contrastar com estrelas
que iluminam superfícies deste concreto com fendas.
há menos de um minuto mais uma pedra acaba de ser lapidada!

Imagens de Fidelidade

Posted in textos on 31/05/2011 by Marco A. Cruz
Hoje tudo voltou a ser como de costume.
Recuperei meu cotidiano e livrei-me de uma enorme encrenca com meu cérebro.
Hoje o dia estava normal.
Nada parecia estar fora do lugar, e minha vontade de viver uma nova paixão foi tímida e pueril.
Mas, logo depois do almoço, fui devorado por uma sensação desconhecida, uma fraqueza, um medo de não ser quem penso ser.
Tornou-se desconfortante tal pensamento.
Meus pés não eram capazes de reconhecer este solo que muitas vezes já o pisaram.
Meus dedos de minhas mãos deixaram de serem ágeis por aproximadamente quase uma eternidade.
Logo, tudo deixou de estar agradável, porque existia uma cortante sensação de deslocamento. Eu não podia aceitar  as horríveis imagens que se formavam atrás de meus olhos, não conseguia esconder o pavor que invadia meu corpo, não tinha para onde fugir nem como me esconder.
A certeza de não ser quem acreditava ser já estava formada. Então  foi preciso matar cada um dos personagens que habitavam  o sub consciente para poder resgatar a atual consciência.
Mas que consciência é essa que me obriga a fender meus sonhos?
Deus, eu imploro uma justificativa menos dolorida! 
E o dia ainda era o mesmo, olhei em minha volta e tudo continuava igual. Então por que eu , somente eu teria que mudar?
Agora a madrugada se aproxima e a Solidão, fiel companheira, pede-me para deixa-la partir.
Abro a porta e lhe ofereço um último abraço.
Começo acreditar que fidelidade não existe, que mais inventado que a imagem de quem se imagina é a própria fidelidade…
 

                                                                                                                …Continua

 
 
 

Posted in textos on 30/05/2011 by Marco A. Cruz

Sentimentos de culpa, sentimentos de amor, sentido de dor
A alma não sente , mas o corpo é que sofre, sentimentos vagos
Lembranças! Nada além de memórias cortadas.
Sobre estes ombros , trazes a personificação do negativismo.
Que terrível recordação!